quinta-feira, 19 de maio de 2011

Thunderbolt x USB 3.0 – Nova "guerra" de padrões?

A Apple tem feito posição como também outros fabricantes de hardware mostram que o mercado está dividido entre as duas opções de interface.
Thunderbolt (fig.1),  é o novo padrão para conexão em alta velocidade de dispositivos externos. O seu desenvolvimento pela Intel começou em 2009, era na altura chamado de “Ligh Peak”. Este ano a Apple começou a utilizar esta interface de alta velocidade nos modelos mais recentes dos laptops MacBook Pro e nos desktops iMac “tudo-em-um” (all-in-one).
 fig.1 Logo

Com velocidade de transferência de até 10 Gbps (gigabits por segundo) full-duplex (ou seja, em ambos os sentidos – entrada/saída – simultaneamente), o Thunderbolt também tem suporte para os padrões DisplayPort e PCI Express 2.0. O Thunderbolt pode ser usado como porta para um monitor extra e também com dispositivos externos de vídeo com velocidade semelhante à obtida duma placa gráfica interna. Apesar de estar presente em modelos da Apple desde Fevereiro, nenhum outro micro oferece o Thunderbolt. O maior senão é de não possuir dispositivos externos compatíveis com o padrão! A Intel afirma que este cenário vai mudar até o final de 2011/início de 2012, com lançamentos de unidades SSD, video-hubs, etc.

O padrão USB 3.0, também chamado de “Superspeed USB” (fig.1), está presente em PCs de vários fabricantes desde 2010. Praticamente todos os desktops/laptops  que usam a segunda geração da linha Intel Core têm suporte ao padrão USB 3.0. Apesar dos chipsets  da Intel ainda não possuírem suporte nativo para o USB 3.0, o padrão é implementado pelos fabricantes de placas-mãe usando chips compatíveis (NEC, etc).

 fig.1 Logo

A velocidade de transferência máxima do USB 3.0 chega a 5 Gbps (metade da velocidade do Thunderbolt), mas o USB 3.0 é compatível com os padrões USB anteriores (2.0, 1.x), É claro que, neste caso, os dispositivos trabalharão com a velocidade compatível (no caso do USB 2.0 – 480 Mbps). Além disso, o padrão USB 3.0 não tem suporte nativo a dispositivos de vídeo.

Qual então o melhor ?

Do ponto de vista técnico, o padrão Thunderbolt é superior ao USB 3.0. contudo convém realçar que a compatibilidade e a oferta de dispositivos USB 3.0 é muito maior. Então, qual padrão escolher?
A Intel afirma que seus próximos chipsets, desenvolvidos para a família Ivy bridge, oferecerão suporte a ambos os padrões. Provavelmente, os dois padrões vão coexistir em várias máquinas, assim como acontece com USB 2.0 e eSATA. A decisão da Apple de adoptar o Thunderbolt ao invés do USB 3.0 pode fazer com que o padrão se transforme num novo “Firewire”, que apareceu primeiro nos micros da Apple e acabou sendo pouco utilizado em outros PCs, apesar de ser suportado pela maioria deles.

A meu ver acho que o Thunderbolt poderá ficar num padrão para o mercado de edição de vídeo ("velocidade de transferência de até 10 Gbps,padrão USB 3.0 não tem suporte nativo a dispositivos de vídeo"), enquanto que o USB 3.0 deverá ser usado de forma mais ampla numa série de dispositivos ("está presente em PCs de vários fabricantes desde 2010...todos os desktops/laptops...'que' usam a segunda geração da linha Intel Core têm suporte ao padrão USB 3.0").

Só teremos aguardar 2012 e ver se confirma a minha opinião .

Fontes: Guia PC
            Wikipédia

sexta-feira, 6 de maio de 2011

GIMP 2.8 e sua novas funcionalidades

  • Quem não conhece o famoso programa GIMP ? A maioria dos utilizadores mesmo sem grandes conhecimentos em photoshop ou para aqueles que o têm usam como  " uma alternativa livre ao Adobe Photoshop" tem evoluido imenso ao longo dos tempos .


A verdade é que temos as diversas opções ao trabalhar no editar das imagens na área dominada pelo Photoshop, mas mesmo assim o GIMP  oferece ferramentas e opções mais que suficientes para a grande maioria das pessoas. Até mesmo em casos como a pintura de texturas e criação de mapas UV para modelagem 3d, o GIMP substitui perfeitamente o Photoshop. Possuí também as diversas ferramentas equivalentes a recursos aclamados do Photoshop CS5, casos do Content-aware Fill entre outros. Sim, esses recursos estão presentes no GIMP há ANOS!!!

Uma nova versão do GIMP está sendo preparada para lançamento em 2011 ( adiado para final de 2011) e já podemos conferir várias das novidades nessa pequena lista, com 24 itens novos para a versão 2.8.

Quais são essas novidades?


  • Tem a possibilidade na criação de diagramas e anotações em imagens, seja em fotografias ou mesmo em imagens renderizadas. Para quem já usou o GIMP, sabe que a edição do texto é feita em janelas separadas. Agora será possível adicionar, editar e formatar o texto directamente na moldura da imagem. Isso será extremamente útil além de acelerar bastante o processo da criação.

Quando trabalhamos em projectos envolvendo diversas camadas com imagens e textos, o processo de edição acaba sendo dificultado pela quantidade de informações. Agora poderemos organizar as camadas em grupos!

Pequenas mudanças podem fazer a diferença também, como é o caso dos contornos nos pinceis usados para trabalhar com pintura. Nos casos em que é necessário editar mapas de texturas no GIMP, isso ajudará a visualizar a área de efeito do pincel.
Essas mudanças facilitam bastante a vida de quem já usa a ferramenta e terá impacto positivo no uso da ferramenta por usuários mais novos, pois a edição e manipulação de imagens no GIMP fica cada vez mais simplificada.


  • Temos duas ferramentas chamadas de Liquid Rescale e Resynthesizer que permitem realizar as mesmas edições do Photoshop. Uma funciona para redimensionamento de imagens sem deformar partes chave, e a outra preenche partes da imagem usando padrões identificados pelo próprio software.

O tutorial abaixo mostra de maneira bem simples o funcionamento de ambas as ferramentas no GIMP, e pode servir como referência para qualquer pessoa interessada em reproduzir o efeito. Basta fazer o download da ferramenta, que é totalmente gratuita e editar as suas fotografias.

Lançamento do livro “Logo Design Love: A Guide to Creating Iconic Brand Identities”


 O livro “Logo Design Love: A Guide to Creating Iconic Brand Identities” do designer norte-irlandês David Airey é um daqueles livros obrigatórios que todo profissional da área deveria ler. A Alta Books (que possuíu versão traduzida em Português-Brasil).

Versão em inglês do livro

David Airey, o autor do blog do mesmo nome e do blog “Logo Design Love“, já era famoso por estes dois projectos. Depois do lançamento do livro “Logo Design Love: A Guide to Creating Iconic Brand Identities” (“Design de logotipos que todos amam – Um guia para criar identidades visuais“, traduzido e distribuído no Brasil pela Alta Books). O “Logo Design Love” é  um manual de como criar logotipos de uma forma espectacular e profissional. E com clientes do porte da Yellow Pages™ (Canadá), Giacom (Inglaterra) e Berthier Associates (Japão), Airey prova que é um dos grandes nomes no design actual.



Como faço para concorrer ao sorteio deste livro?

A Alta Books foi gentil para fornecer uma cópia para sortear os leitores. Para fazer algo diferente do já cansativo “twittem este link”, este sorteio será feito em  – o Exército do Design.
Basta ir na página do Exército, preencher seu nome, confirmar através do link que é enviado via email e esperar! O sorteio será feito dia 12 de Maio. 
Um aviso importante: Se  já estava inscrito no Exército antes, não precisa se preocupar: pois está concorrendo!
Para mais informações poderam visitar o site Design Blog no Twitter ou http://design.blog.br/! Poderá ficar por dentro das novidades no mundo do design, com links interessantes.